quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Goodbye Cruel World
Vi um anjo
Paraíso, morte, VIDA!
...acordei! e descobri que tinha morrido...
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
Lisboa

Águas que se juntam com o oceano,
Aconchegadas pelo fim de Lisboa
Foz que deu inicio à exploração do mundo.
Lisboa, simples
Tão bela e tão sem sabor
Irreverente e inconformada
Tu que foste o berço do novo mundo, das descobertas
Tu que abraçaste o desalento das famílias abandonadas
Foste deixada à deriva pelo oceano
Esquecida pela historia sem fim.
Queimada pela própria terra e reconstruída com o suor dos que te amavam
Hoje estás caída e só resta a saudade...
domingo, 6 de julho de 2008
Coming back to life
Quero passar a ponte sem olhar para trás,
Sentir os teus passos para onde quer quer eu vá
Olhar-te nos olhos e saber que aqui estás
Naquele dia, naquela hora
Saber que te ia perder, saber que me ias deixar,
Medo de não ter dito tudo,
De não termos tido o tempo todo
Sentir que a vida é longa,
Mas o tempo é curto.
Sentir que tudo o que dissemos foi em vão.
Que o tempo nunca é suficiente para evitar a nossa mágoa.
Agora tudo é diferente, tudo mudou,
Tu ficaste e eu pude passar a ponte,
Porque sinto que me olhas de longe
Sem nunca me perder de vista,
Porque sei que não vais deixar que eu desista.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Goodbye Blue Sky
Sonho de criança que acaba com um grito
De longe, bem longe
Na terra longínqua que não se alcança
Não se avista no horizonte
Tristeza do vazio deixado pelo vento
Que levou a nuvem da imaginação
Lágrima que escorre pelo rosto da destruição
Levou a vida, deixou a morte
Levou a alegria, deixou melancolia
De uma vida, uma imagem
De tudo o que era e deixou de ser
O retrato do mundo
Tal como o fizemos e moldamos
Rasgou-se e partiu com o vento
Restaram sonhos
Restos de pessoas e conhecidos
Ficaram intenções sem compromissos
Ficou o tudo do nada que queria ser e não foi
Ficou o grito que destruiu o sonho de alguém
Ficou a lágrima do pesar da morte do mundo
sábado, 14 de junho de 2008
Melancolia
Sensação de infelicidade.
Dou por mim a desenhar o abstracto que não se tem.
Quem me dera...
Sinto-me mal, mas não sei porquê
Quero chorar, mas as lágrimas não saem,
Quero desabafar, mas sobre o quê?
Resta-me escrever...
Talvez alguém um dia leia isto...
Ouça isto... Mas isto o quê?
Não estou a escrever sobre nada...
Quero chorar... Não consigo...
terça-feira, 3 de junho de 2008
You know I had my share
Quando tu morreres
Quando tu morreres
Não me peças para não chorar,
Não me peças para apenas me relembrar,
De tudo o que foste,
Do quanto foste importante para mim
Não me peças para não chorar,
Pois recordar-me-ei de ti
E não te poderei abraçar,
Nem te resgatar desse lugar sem retorno.
Quando tu morreres, peço desculpa,
Mas chorarei, e cada lágrima representará a saudade
Que correrá dentro de mim.
Não chorarei por estares de partida,
Chorarei por teres de seguir a morte e não a vida,
Chorarei porque já fazes parte do meu coração,
E não queria ficar na solidão,
Não queria ficar sem ti.