domingo, 22 de fevereiro de 2009

Magnífico Material Inútil

Eterno imaginário da terra sem fim
Dos sonhos infinitos e memória longínqua.
O peso das coisas e da consciência
Das pessoas e da alma

O saber do saber e do esquecer,
Do sentido das coisas sem significado e importância.
Pensar no absurdamente impossível
E exigir o máximo de nós mesmos.

Tomar conhecimento dos limites e dos sonhos
Atingir o que se pode e não pode...

domingo, 18 de janeiro de 2009

sábado, 17 de janeiro de 2009

A Momentary Lapse of Reason

Agarrar um infinito sem fim
Um momento, uma imagem.
Descobrir o momento certo para fugir
Para nunca mais olhar para trás:
O que passou aconteceu e não se repete,
Foi e não voltará a ser.

A razão do tudo e do nada,
Do copo meio vazio ou meio cheio...

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Tick Tick Boom

Olhar vazio que agarra o infinito sem fim
Fixo na linha do horizonte,
Num sonho perdido e interminável.

O acordar que não chega nem nunca virá.
Prisão perpetua no hiato da imaginação.

Sinal de fumo que vem de longe, muito longe,
Salvação de um possível imaginário real e fantástico
De um desejo que é pesadelo e tortura,
Da vontade de ficar consciente e conseguir pensar,
De me conseguir levantar e encarar o mundo como ele é...

domingo, 16 de novembro de 2008

The Dark Side Of The Moon

Injustiças de um mundo supostamente justo
Mentiras de pessoas verdadeiras
Verdades escondidas por de trás de mentiras mal contadas
Historias fictícias de uma verdade inexistente

Desequilíbrio de uma balança que nunca estará equilibrada
Dicotomia entre verdades, mentiras e tudo
... do tudo pouco se aproveita,
Do nada tudo se sabe...

A verdadeira face do mundo nunca será revelada
A veracidade das coisas já é mais que uma falácia
Mentiras e truques, tudo e nada...

Já tudo se mistura

sábado, 8 de novembro de 2008

Habataitara modorenai to itte

A diversidade das pessoas
E a sua falta de sentido
Fazem com que tudo e todos
Sejam únicos
O sentido que damos ás pessoas e aos objectos
Não faz, em si, sentido!

Cada um é uma interpretação de si próprio
Somos uma mistela de vivências, sentidos, sentimentos, pessoas.
Cada um é a junção de vários

Os desabafos de cada um não são sinónimo de como se sentem realmente
Os desejos de cada um não representam os objectivos que queremos atingir

Das palavras aos actos
Do pensamento à acção
Existe uma diferença e muito mais

Não sou mais do que palavras, versos, coisas escritas....
Eu se calhar nem existo..
Sou o desabafo de um desabafo que vai morrer e voltar a renascer...

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Inutil caminho

Longa viagem sem fim nem partida
A chuva bate na janela
O som da água escorre para o ouvido

Viagem incansável que quero completar
Mesmo sabendo que no fim só encontrarei a morte... no meu fim

Perdi a vontade à muito,
Mas continuo a viagem...
A vontade deixou de ser uma necessidade
Alcançar um qualquer objectivo é o importante

Conseguir alguma coisa
Por mais pequena que seja,
Por mais insignificante que seja,
Por mais inútil...

Quero deixar de me sentir inútil....
 

O Caixotinho da Lina © 2008. Chaotic Soul :: Converted by Randomness